Ao assistir ao filme Retratos da vida (feito em 1981 e dirigido por Claude Lelouch), pode ser que você ache o filme interessante, entediante, bonito, fumegante ou qualquer outra coisa. Mas uma coisa é certa: o bolero de Ravel vai ficar na sua cabeça.
Seja quando você for se deitar, ou ir ao trabalho/faculdade, é certo de que sua mente estará cantarolando tal bolerinho. E isso ocorre simplesmente por dois fatores:
- é simples
- é repetitivo
E assim como a relação entre a dança e a música é semelhante ao do ser humano e a paixão (ruim com ele, pior sem ele), não há como falar de dança e também de filme sem comentar um pouquinho sobre música, não?
Provavelmente você já ouviu essa obra musical e nunca soube o que era. Ela certamente não foi feita para o filme já citado, mas sim para um espetáculo de caráter espanhol que teve sua estréia em Paris, em 1928. Depois disso, ela foi ouvida em suas inúmeras “releituras” , assim como no ballet criado por Maurice Bejárt (o mesmo que fez as coreografias do filme “Retratos da vida”) em 1960 chamado “Bólero”.
Para quem não conhece o famoso coreógrafo Maurice Bejárt e tiver canal fechado, vale muito a pena assistir a um documentário sobre sua vida e obra Béjart ! Vous avez dit Béjart , no canal EuroChannel. A programação desse documentário, feito em 2005, está aqui abaixo:
05/11/2009 00:00:00
05/11/2009 07:00:00
13/11/2009 18:00:00
14/11/2009 04:00:00
17/11/2009 18:00:00
18/11/2009 02:30:00
E para finalizar, não tinha como não colocar a famosa cena de abertura do filme “Retratos da Vida”. Obviamente, a música de fundo é o Bolero de Ravel.
Mas uma vez, você me proporcionando belos momentos da nossa paixão em comum.
Bolero de Ravel *________________*
Primeira vez que ouvi isso foi quando tinha 10 anos assistindo Digimon! uehheuheuuehueh
É perfeito!